Archive for the ‘literatura’ Category

Asterix e Obelix n’omundodosol

Maio 17, 2007

Depois de horas e horas de intensa procura, Asterix e Obelix descobriram finalmente o omundodosol. A imagem mostra bem a felicidade dos dois gauleses…
asterix-obelix2.jpg

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Enquanto Salazar dormia…

Maio 10, 2007

 

Lê-se de uma penada! Sentimos e vivemos aquela Lisboa dos anos 40… somos, brilhantemente (arrisco dizer), transportados para ela! E pensar que já nem me lembrava do último livro que tinha lido… Tu é que tinhas razão, minha querida, que desperdício… 😉 A

Ouvi na rádio…

Março 21, 2007

… que hoje era dia da poesia.

Deixo, então, um poema, mas como sou do contra deixo este de Shakespeare:

My mistress’ eyes are nothing like the sun;
Coral is far more red than her lips’ red:
If snow be white, why then her breasts are dun;
If hairs be wires, black wires grow on her head.
I have seen roses damask’d, red and white,
But no such roses see I in her cheeks;
And in some perfumes is there more delight
Than in the breath that from my mistress reeks.
I love to hear her speak, yet well I know
That music hath a far more pleasing sound.
I grant I never saw a goddess go:
My mistress, when she walks, treads on the ground.
And yet, by heaven, I think my love as rare
As any she belied with false compare.

William Shakespeare

–> Assim fico consolada. O meu amor não me escreveu um poema, mas pelo menos não me escreveu este… (se bem que no final, este acabe por ser uma demonstração de amor… eu cá dispenso a figura de estilo da ironia para estes fins).

O último post resgatado – visitas do mundo do sol (note-se que está já bem desactualizado…)

Março 10, 2007

visitas do mundo do sol

São vultos que aparecem, depois, pisco os olhos e já não estão lá. Às vezes acontece-me.
Dizem-me que é do cansaço. Talvez não seja.

É verdade que isto acontece quando estou bem cansada, mas não penso que o cansaço seja a única explicação.

Ando francamente triste (apenas profissionalmente, sublinhe-se), porque a profissão de advogada do meu mundo das ideias não corresponde minimamente à realidade.

Depois, um exame corre mal e só vem piorar tudo.

Então fico cansada. E eles aparecem.

A minha teoria é que vêem que estou triste e aparecem para visitar. Não os conheço, mas vêm dizer que estão presentes.

E distraem-me por um bocadinho. Fico a pensar neles em vez de nas respostas erradas.

Não metem medo, estão lá, não estão. Distraem.

Não estou louca. Calma.

Não falo com eles nem nada de parecido.

Não digo que são reais.

Apenas gosto de pensar que vêm do mundo do sol para me visitar. Trazer-me um sorriso.

o parágrafo guardado…

Março 10, 2007

“entrada

Elli confundiu uma entrada no Mundo do Sol com um suicídio brutal. O vulto mergulhou, um salto de anjo, da falésia para dentro do mar bravo; desapareceu na linha onde o pôr do sol se derretia no mar. Ele não apareceu mais à superfície. Só Elli viu e ninguém acreditava. Nunca apareceu corpo algum.”